My Year in: Books

In 2016 I read 28 books. As always this excludes computer programming books and children’s books, of which I always read some, but I recall having read no extraordinary children’s book this year.

The topics I pursued in 2015 stayed true in 2016: psychology and investing. Biographies have always been a favorite of mine, and I read a few this year too.

The greatest book I read this year was A History of Western Philosophy by Bertrand Russell. The book is a mind-altering, soul-improving piece of work. It’s funny all through its 900 or so pages, and Russell goes all the way without really agreeing with any of the philosophers whose thoughts he addresses. A book to go back to, over and over.

The most surprising book I read this year was Vehicles: Experiments in Synthetic Psychology, by Valentino Braitenberg. This book is in Alan Kay’s reading list, and that’s where I got the tip. In it, Braitenberg introduces thought experiments comprised of very simple “vehicles”, with engines and sensors. The first experiment is very simple, featuring a vehicle with a sensor in its front triggered by, say, light, reacting by turning its engine on. It gets progressively more complex, and very soon phenomena that can be called “behavior” emerge. Think love, doubt, jealousy and other deep stuff. To me it was a very nice bridge between technology and psychology, two fields I like, and also a point of departure that’s diametrically opposed to psychologic analysis.

A very fun and sometimes sad book, filled with things I had never known, was Walt Disney: The Triumph of the American Imagination by Neal Gabler. It is an extraordinarily detailed book about Disney and his times. It shouldn’t ruin it for you to know that life was very difficult for him as an entrepreneur, and then we he “made it” it didn’t get much easier.

Finally, another book that had an impact on me was Do No Harm: Stories of Life, Death and Brain Surgery by Henry Marsh. In it, the doctor recalls his career as a brain surgeon. I read it while in bed with dengue fever, and I think my state intensified the ambivalent feelings of helplessness and the relatively miraculous capabilities of contemporary medicine. Mr. Marsh is great at telling lay people about his very technical profession, while at the same time giving his book a lot of heart.

I use Goodreads.com to log the books I read. It’s great, I recommend it and will be glad to see you there next year.

Freezing the DOM while inspecting elements

Ever wasted a lot of time doing CSS and trying to fish for an element that disappears just when you click something on the browser inspector? Think styling autocompletes.

Well, after years and years and years suffering through that, I finally decided to Google how to freeze the page and be able to click around the inspector as much as I want without changing the DOM.

Stack Overflow shows 2 or 3 easy ways:
http://stackoverflow.com/questions/17931571/freeze-screen-in-chrome-debugger-devtools-panel-for-popover-inspection

Live gut reactions to learning Ember.js

I am starting on a new project that uses Ember.js.

I started learning it from scratch a few days ago. Thought it would be a good opportunity to log my gut reactions while I find out how it works.

My main term of comparison will be React.js, which I started learning in about February 2015. I have spent a decent amount of time working with it. Far less than on jQuery-based projects in the past, but still. I also know a bit of Angular 1, so that may come up too.

I will go for free-associative, bullet-list, initial reactions for this post.

  • Official website is organized and pretty enough.
  • Really easy to download and have a local server running with a blank app.
  • No webpack. I like that.
  • ES6. Great.
  • Official tutorial does tests. Awesome.
  • Tutorial is very clearly written. Can’t compare to what I came across when I started with React.
  • Handlebar templates. I don’t know about that. Better than jsx perhaps? I miss jade, slim, wonder if it can work with something like that.
  • Bower? Not happy to see that.
  • All package names seem to start with ember-cli. Welcome and scary at the same time.
  • What’s the difference between a controller and the other entities, helpers etc? Still pretty foggy at this point.
  • Easy to install Stylus for CSS. Heard about “ember pods”. Will investigate.
  • Extremely easy to deploy something crude to Heroku, even without doing anything about the env.
  • Oh gosh, there’s an ember package to load Google Fonts.

Colemak in iOS Simulator

For many months, the last place in my computer where I wasn’t using Colemak was the iOS Simulator.

Turns out it’s very easy to enable it.

In the simulator:

Settings->General->Keyboard->Hardware Keyboard

Colemak is the very last on the list.

3 Dias como Mentor no Navecamp

Semana passada, de 17 a 19/2 de 2016, participei do Navecamp como mentor, a convite da Lindalia Junqueira e da Renata Salvini, que coordenam o NAVE / Estácio de Sá.

Para quem ainda não conhece, o NAVE é o núcleo de empreendedorismo em tecnologia da Estácio. Em pouco tempo, eles estabeleceram uma das, senão a melhor reputação na área de aceleração de startups no Rio de Janeiro. O espaço, incrível, foi concebido com a participação do meu irmão e de seu escritório. Como amigo da Lindalia e da Renata há vários anos, e tendo considerado seriamente participar do NAVE como empreendedor com o Look in Tens, fiquei honrado e empolgado de participar.

Ao aceitar o convite, já intuí que iria aprender muito mais do que ensinar. Não deu outra.

O Navecamp é um processo análogo a um Startup Weekend, onde os empreendedores vivenciam em pouco tempo os processos de geração de ideias, validação, vendas e apresentação para potenciais stakeholders. Participaram as 20 startups da turma 4 do NAVE, cada uma tendo entre 1 e 5 membros na equipe. Fui um entre 10 ou 12 mentores.

Para mim a experiência foi uma série de aulas maravilhosas que ia recebendo, enquanto ajudava os empreendedores a pensar e articular suas ideias. Em comum, todos transmitiam uma vontade genuína de fazer muito bem o processo. Tivemos algumas startups já com produtos praticamente prontos, enquanto a maioria está na etapa da lapidação da ideia.

Ao mesmo tempo em que busquei, especialmente no primeiro dia, ser uma espécie de espelho das startups, para ajudá-las a entender como estavam articulando suas ideias, acabei naturalmente fazendo esse exercício a respeito de mim mesmo. Como explicar sua ideia em 5 palavras? Como explicar o espírito por trás do produto de modo muito sucinto? E por que isso é tão importante?

No segundo dia, o foco foi na validação da ideia: confirmar ou desconfirmar as hipóteses. Essa parte me impressionou, porque entram em cena vários mecanismos psicológicos. Para começar, quem estava ali havia apresentado e foi aprovado em cima de uma ideia de startup — ou ao menos assim lhes parecia. Talvez o ato de buscar furos nas hipóteses parecesse errado para todos no contexto do Navecamp. É uma parte realmente difícil, em que precisamos de uma auto-crítica implacável e ao mesmo tempo manter a mente positiva quanto ao todo.

Conforme foi ficando mais claro que o importante era uma validação que trouxesse respostas úteis, as pessoas foram aderindo um pouco mais a uma validação bem franca. No final, poucos invalidaram categoricamente suas ideias, e os que fizeram saíram mais, e não menos, entusiasmados com o processo. Às vezes um giro de 1° no timão faz toda a diferença — o superutilizado termo “pivotar” nem sempre ilustra que os ajustes das ideias podem ser muito simples e muito eficazes.

No terceiro dia, os empreendedores montaram e apresentaram um pitch de 3 minutos cada. A evolução em apenas 3 dias foi gigantesca— em enorme parte por mérito dos orientadores do NAVE. Eu mesmo pouco participei de eventos de startups, provavelmente pela minha resistência a um formato mais industrial envolvendo pitches curtos. O Navecamp abriu minha cabeça também quanto a isso. Entrar em contato com 20 equipes em tão pouco tempo foi muito interessante. Quem conseguiu usar bem esses 3 minutos passou uma mensagem forte para quase 100 pessoas do nosso universo, e mais importante, abriu portas para continuar conversas depois.

Os papos com os mentores foram excelentes. Foi bem marcante também ver a atuação da equipe da NAVE conduzindo o Camp: Lindalia com um jeito carinhoso e ao mesmo tempo muito estratégico, esbanjando sensibilidade nas conversas com os empreendedores. Uma mentora consumada. Renata, que de outros carnavais eu já sabia que é muito fera, com uma atuação super executiva, de fazer acontecer, organizando a cabeça das pessoas e fazendo fluir um processo bem desafiador, sem perder a ternura. E o Bernard de Luna, um cara já bem conhecido no meio das startups e que ensinou muita coisa para mim e para todos ali: fundamentos e sacações de pitch, como submeter suas ideias a validações, como estruturar tanta coisa de um jeito bacana e coerente. Nos pitches, Bernard conduziu tudo com grande sagacidade e sabedoria, fazendo perguntas certeiras que conseguiam ajudar a pensar e ao mesmo tempo dar energia para todos seguirem em frente.

Saí de lá bastante grato por ter participado e muito bem impressionado com a iniciativa da Estácio.